terça-feira, 18 de agosto de 2015

V Semana CAp/UERJ de Combate ao Bullying

De 24 a 29 de agosto. Você não vai perder essa oportunidade, não é mesmo? Inscrições gratuitas pelo e-mail: semanadecombateaobullying2015@gmail.com

domingo, 25 de maio de 2014

Um relato de experiência de superação

Mãe blogueira relata como identificou que sua filha era alvo de bullying, qual a gênese d sua fragilidade e como conseguiu superá-la... O bullying e a solução do mestre da montanha

sábado, 12 de abril de 2014

Quando falta humanidade, respeito, tolerância, resta apenas a "correção" por uma cirurgia plástica...

Será?! Hospital da Criança realiza 1º mutirão de cirurgias para correção da orelha de abano Ação acontece neste sábado e atende 20 pacientes, de 6 a 19 anos Devido à crescente procura pela otoplastia - procedimento cirúrgico para correção da orelha de abano, no Hospital Estadual da Criança, em Vila Valqueire, a equipe de cirurgiões plásticos realizou neste sábado (12/04), o primeiro mutirão direcionado à especialidade. Ao todo, serão atendidas 20 crianças, que já haviam sido avaliadas pela equipe, submetidas a exames pré-operatórios e estavam aptas à cirurgia. Segundo Marcel Brito, coordenador médico da equipe de cirurgia plástica no Hospital da Criança, a otoplastia é uma cirurgia para minimizar deformidades, corrigir assimetrias de forma, tamanho e angulação no caso do abano, em orelhas mal formadas de nascença. - Por se tratar de um procedimento de menor complexidade, a otoplastia é uma cirurgia relativamente simples, mas o resultado faz muita diferença na vida das crianças. Nas consultas pré-operatórias, os relatos descrevem o incômodo provocado por situações constrangedoras e apelidos indesejáveis. Já na consulta pós-operatória é possível identificar a satisfação dos pacientes e seus familiares, pelos ganhos estéticos e psicológicos – afirma o cirurgião. Este é o quinto mutirão promovido pelo Hospital Estadual da Criança, que nas edições anteriores priorizou cirurgias gerais pediátricas e ortopédicas. A iniciativa mobiliza toda a equipe de profissionais da unidade na realização das cirurgias. - Ver a felicidade das crianças é gratificante. Por muito tempo elas sofreram bullying por conta das orelhas mal formadas. Agora, elas vão recuperar a autoestima. Esperamos fazer mais mutirões para suprir a demanda - avalia o secretário de Estado de Saúde, Marcos Musafir. Uma das contempladas na ação foi Ana Clara Gandra Lopes, de 11 anos. Na escola, ela convivia com apelidos como Avatar e Orelhinha. Sua mãe, Luciana Gandra, buscava pela cirurgia para a filha há seis anos. - Já quase saí do colégio porque todos caçoavam de mim. Estou feliz porque vou me livrar das orelhas de abano. Nem estou com medo da cirurgia - conta, animada, a menina. Para fazer a cirurgia de correção da orelha de abano, o paciente deve ser inserido na Central Estadual de Regulação, que fará o encaminhamento para o Hospital Estadual da Criança. Para tanto, basta procurar qualquer unidade básica de saúde de cada cidade e fazer o pedido para regulação. Unidade e gestão O Hospital da Criança conta com 58 leitos de enfermaria, 16 de UTI neonatal, 10 de UTI pediátrica, 4 salas cirúrgicas, 4 consultórios de ambulatório, 1 consultório odontológico e 1 oficina de próteses. Também oferece exames de ultrassonografia, tomografia computadorizada, ecocardiografia e broncoscopia, além de serviços de fisioterapia motora e respiratória, terapia ocupacional e apoio psicológico para pacientes e familiares. Desde abril de 2012 a Secretaria de Estado de Saúde vem reorientando o modelo de gestão e atenção à saúde no Estado do Rio de Janeiro no intuito de melhorar a prestação dos serviços e a satisfação do usuário. A implementação dessa nova forma de administração tem como objetivos reduzir custo, melhorar a gestão e garantir um atendimento de qualidade à população. O Hospital Estadual da Criança foi viabilizado a partir de um contrato com a Rede ' São Luiz, que cedeu o prédio - onde antes funcionava o Hospital Rio de Janeiro - e passa a gerenciar o serviço público através da Organização Social com o Instituto ' de Gestão de Saúde Pública, fornecendo todos os recursos humanos e materiais necessários ao adequado funcionamento do hospital, dentro dos parâmetros e diretrizes estabelecidos pela Secretaria.

sábado, 28 de setembro de 2013

O Jornal Futura traz o tema do bullying nas escolas - 05/08/2013

Entrevista com a professora Cláudia Barreiros, coordenadora do projeto "Bullying no CAp/UERJ: reconhecer para combater" Assista o vídeo no Youtube

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Programação Atualizada da III Semana de Combate ao Bullying

Neste ano, em função de um conjunto de feriados atípicos, do adiamento da Festa Junina e mais alguns desencontros ocasionados pelas próprias mexidas no calendário da atividade, a semana será desdobrada em duas semanas de fato. Desde o dia 29 de julho até o dia 10 de agosto, estarão acontecendo várias atividades com os estudantes do 1º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio . Mas a programação que segue abaixo refere-se às atividades destinadas às famílias dos estudantes, servidores docentes e técnicos do CAp e comunidade em geral. Terça-feira – 30 de julho – das 14h às 16h 30min Mesa: Por uma sociedade inclusiva Rosana Glat (UERJ) Cida Lemos (MNCP) Cátia Walter (UERJ) Valéria de Oliveira (UERJ) Quarta-feira – 31 de julho – das 10h às 12h 30min Conversando com as famílias sobre questões de gênero Georgina Martins Quinta-feira – 1º de agosto – das 14h às 16h 30min Respeito, tolerância... por um contrato social para lidar com a diferença Marcelo Andrade (PUC-Rio) Simone Eliza (UERJ) Sexta-feira – 2 de agosto – das 14h às 16h 30min Bullying: desvendando uma palavra e um fenômeno Pâmela Esteves (PUC-Rio) Cláudia Barreiros (UERJ) Quarta-feira – 7 de agosto – das 14h às 16h 30min Vestibular, ENEM, Cotas e... mérito Daniela Frida Valentim (UERJ) Fernando Santos de Jesus (CEFET/RJ) Sábado – 10 de agosto – das 9h às 12h Violências de gênero no século XXI Marcelle Esteves (Arco-Íris) A confirmar...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Bullying altera sistemas neuroendócrinos do cérebro e leva à ansiedade

Resultados de pesquisa sugerem como a intimidação constante a longo prazo pode contribuir para ansiedade social em nível molecular Estudo revela que o bullying é capaz de alterar a química do cérebro e conduzir à mudanças no comportamento social. A descoberta é de pesquisadores da Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos.

O que isso tem de engraçado?!

A história da menina execrada nas redes sociais por sua sobrancelha Julia Gabrielle é uma menina de 11 anos que mora em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. Como muitas garotas de sua idade, tem uma conta no Facebook e interage com familiares, amigos e colegas. Mas há alguns dias, teve uma de suas fotos "compartilhada" - roubada, para ser mais preciso - por um site de "humor" na rede social. Leia também: Nos EUA, aluno sofre bullying do professor e colegas O autor do post fazia uma piada com as sobrancelhas de Julia. A foto teve mais mais de 5 mil compartilhamentos e logo começaram a surgir comentários ridicularizando a garota. Ou seja, ela é a nova vítima do cyberbullying, prática de humilhação e difamação na internet. Anos atrás, a menina seria ridicularizada pelos colegas de turma e a humilhação estaria restrita a esse círculo social. A internet amplifica o que as pessoas têm de melhor e pior. Muitos acham que a internet permite anonimato, mas estão enganados. O próprio Facebook permite que o comportamento de humilhação seja denunciado. Com a repercussão, Julia sentiu o golpe: “Todas as pessoas estão rindo de mim, pessoas da minha cidade, pessoas que conheço, aqui na internet, estou chorando o dia inteiro por causa de vcs”, escreveu ela em seu Twitter. Houve um boato que ela havia se suicidado - mas o rumor (felizmente) não foi confirmado. (vi no blog Diário do Centro do Mundo, dica do Fernando Santos)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Teria o mesmo efeito na sua escola?


Professora cria remédio contra bullying em escola da periferia de São Paulo

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São Paulo – Quando adolescente, a professora Deyse da Silva Sobrino media 1,72 metro e pesava 45 quilos. A garota alta e magra sofria quando era chamada pelos colegas de “pau de catar balão” e “vareta de bilhar”. Na época, o termo bullying ainda não existia, mas a prática de criar apelidos maldosos e agredir de forma física ou verbal já fazia parte do cotidiano das escolas.

Atualmente, Deyse tem 60 anos e três formações: biologia, pedagogia e direito. Ela dá aulas há 42 anos e tenta passar aos seus alunos ensinamentos que vão além da informática que ministra na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio, localizada na zona leste, periferia da capital paulista. “Isso [o bullying] nunca me afetou. Eu estava bem comigo mesma. É isso que tento passar ao aluno, que se sinta bem com ele mesmo”.

Andresson Silva, 13 anos, estudante do 8º ano, seguiu o conselho da professora Deyse. O menino tem um grau de deficiência visual e, por usar óculos, recebia apelidos maldosos dos outros meninos. “Era muito ruim. Todo dia chegavam com uma brincadeira de maldade. Eles me pegavam, jogavam no chão, empurravam, me batiam, xingavam. Pegavam meus óculos e jogavam no chão. Eu não suportava a pressão”. Ele conta que tem poucos amigos e sofreu bullying desde os 5 anos de idade. Por medo, Andresson evitava o assunto com os pais, mas encontrou apoio na professora que já viveu o mesmo problema.

“O aluno vêm me contar seus segredos e não conto a ninguém. Se ele confiou em mim, por que vou contar para os outros? Esse relacionamento de professor e aluno é a base. Se não tiver isso, não há diálogo, não existe amizade”, disse a professora.

Mas a grande mudança para Andresson e os outros alunos, que têm entre 5 e 17 anos, veio em 2010, quando Deyse decidiu tomar uma atitude contra o bullying em toda a escola. Ela distribuiu um questionário anônimo para uma parte dos estudantes (309 alunos) contendo perguntas como: você já sofreu bullying? Já praticou? Já viu alguém praticando?

O resultado surpreendeu a professora, que leciona na José Bonifácio há 15 anos: 70% dos alunos já presenciaram a prática, 44,5% já foram vítimas, 38,5% admitiram ter praticado bullying alguma vez na vida e 9,7% praticam constantemente. Os ambientes escolares onde o bullying esteve mais presente foram o pátio e a sala de aula.

Para reverter essa situação, a professora criou um medicamento fictício com a ajuda dos alunos, chamado Sitocol. Sob o slogan “Tomou o Sitocol hoje?”, o remédio tem uma bula, escrita de forma coletiva entre os alunos. “Ele age no organismo produzindo consciência, modificando a maneira de agir das pessoas, o sentimento. Se usado em excesso, o Sitocol vai fazer rir muito e ter muita felicidade”, destacou a professora.

Com a campanha, a redução da prática do bullying na escola foi considerável. Em média, 700 alunos têm recebido, por ano, as orientações da professora Deyse, distribuídas por 21 turmas. Ela planeja reaplicar o questionário entre os alunos no próximo ano, mas relata que a melhora na atitude deles pode ser vista pelos corredores da instituição. “Antes, quando a gente subia a escadaria eu via os alunos grandes pegando os pequenos pelos braços e arrastando pelo corredor, com ar de poderosos. O outro esperneava de vergonha. E eu mandava soltar. Mas isso era frequente”.

A professora presenciava também outras situações humilhantes vividas por vítimas de bullying. Certa vez, um aluno jogou o conteúdo da mochila de um colega no pátio da escola. Os alunos que passavam naquele momento ajudavam a chutar os pertences, que se espalharam pelo chão. Deyse ajudou a vítima a recolher todo o material. “Eu não me conformava com essas coisas. Resolvi fazer esse trabalho tendo em vista essas ocorrências, que me deixavam desesperada”.

A aluna Pamela da Silva Bonfim, 11 anos, do 6º ano, que antes ouvia xingamentos e até apanhava, conta que agora vive de outra forma. “Antes, eu ia para a minha cama, começava a chorar. Agora esses apelidos não influenciam em nada. Eles me chamavam de baixinha e tenho esse apelido até hoje, mas não me importo”.

Ao ser apelidada de sem dente, a estudante Ana Paula Prazeres de Ornelas, 11 anos, do 6º ano, mostrou confiança ao enfrentar situação parecida. “Desde o ano passado, começaram a me chamar de sem dente. Eu falo para as pessoas que me xingam que isso não me incomoda, que não vou ficar sofrendo por causa delas. Eles dizem que fazem isso por diversão, mas não acho que seja divertido fazer as outras pessoas sofrerem”.
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/professora-cria-rem%C3%A9dio-contra-bullying-escola-periferia-s%C3%A3o-paulo.html

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Por que fazer chacotas com alguém que tem "deformidades" físicas?


Em entrevista à BBC Brasil, cirurgião plástico justificou operação devido às 'deformidades faciais' de Nadia Ilse.

O pesadelo da estudante Nadia Ilse, de 14 anos, tinha hora certa para começar: toda manhã, assim que entrava na escola, em Cumming, no Estado americano da Geórgia, a adolescente era vítima dos mais diferentes tipos de chacotas de seus colegas de classe, devido, principalmente, à sua aparência.
Chamada de 'Dumbo' por suas orelhas de abano desde que tinha sete anos, Nadia chorava copiosamente no trajeto da escola à sua casa e à noite antes de dormir.
O bullying era tão nocivo à autoestima de Nadia que ela tinha vergonha de se olhar no espelho e chegou até mesmo a pensar em suicídio.
'Eu me sentia horrível e suja (...) Muitas vezes inventava desculpas para faltar as aulas, como dor de estômago', afirmou Nadia em entrevista à imprensa americana.
Mas, em casa, a menina escondia sua tristeza para não afetar a mãe, que tinha sido demitida havia pouco tempo e que precisava cuidar do irmão, Joshua, de nove anos, que sofre de paralisia cerebral.
Quando soube pelo que a filha passava, porém, Lynda ficou chocada e decidiu procurar ajuda.
Sem ter condições de custear por conta própria uma operação para a adolescente, Lynda recorreu à Little Baby Face Foundation, uma ONG sediada em Manhattan, em Nova York, que faz cirurgias gratuitas em crianças que possuem deformações faciais.
Atendida por Thomas Romo III, presidente da entidade e chefe do setor de cirurgia plástica facial do hospital Lenox Hill, em Nova York, Nadia foi operada em junho passado. A cirurgia, que custou o equivalente a US$ 40 mil (R$ 80 mil), foi feita de graça.
Críticas
'Quando Nadia chegou aqui, ela tinha deformações faciais graves, como orelhas de abano, além de desnivelamentos no queixo e no nariz', explicou Romo à BBC Brasil. 'Eu decidi operá-la não porque ela sofria bullying, mas porque ela apresentava tais deformações', acrescentou.
'No fim das contas, eu só soube que ela sofria tal tipo de chacota ao conversar com a mãe dela, depois que elas deram entrada no pedido da operação. O bullying, assim, ficou em segundo plano, porque a Nadia tinha problemas que necessitavam de procedimento cirúrgico', afirmou.
'Fui criticado porque muitas pessoas desconheciam o processo seletivo e acreditaram que eu havia operado Nadia exclusivamente por causa do bullying', disse.
Questionado se acredita que qualquer criança vítima de bullying deve recorrer a uma cirurgia para levantar a autoestima e livrar-se do problema, Romo disse que 'depende de cada situação. Muitas vezes, a criança é vítima de assédio moral porque tem algum tipo de deformação física visível. Em outros, não. Para todos os casos, é recomendável um bom diagnóstico e, claro, acompanhamento psicólogo'.
O caso de Nadia, que foi apresentado ao público americano através de uma reportagem na rede de TV CNN, lançou um debate no país sobre a melhor resposta a casos de bullying e se, no caso dela, a operação plástica foi mesmo necessária.
Vários especialistas argumentam que jovens vítimas de bullying, em vez de recorrer à plástica, deveriam ser ajudados para aprender a lidar com as provocações ou chacotas alheias.
Seja como for, segundo Romo, pelo que ouviu recentemente, Nadia está 'muito confiante de sua imagem'.
A menina voltou a usar os cabelos presos, algo que não fazia há muito tempo, por exemplo.
Romo destacou que a Little Baby Face Foundation recebe inscrições de crianças com deformidades faciais de todo o mundo. Além de pagar pela cirurgia, a entidade, segundo ele, financia a viagem e os custos relativos à internação dos pacientes selecionados.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Entrevista com Rosalind Wiseman - interessante

http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/pior-pais-sao-cumplices-678376.shtml

BULLYING

"O pior é que os pais são cúmplices"

A escritora americana especialista em bullying diz que crianças e adolescentes que agridem e humilham colegas são acobertados em casa - e que as escolas em geral se omitem

Revista Veja - Ed. Abril. ed. 2258 - ano 45, nº 9, 29/02/2012, pp. 17 - 21. (versão impressa)

Texto Monica Weinberg  

sábado, 23 de junho de 2012

Caríssimas/os
Convidamos todas/os a participarem da "II Semana CAp/UERJ de Combate ao Bullying - lidar com a diferença", que ocorrerá no período de 26 a 29 de junho.
Neste ano, teremos um conjunto de atividades menor do que a semana do ano passsado em virtude da greve na universidade.
No entanto, optamos por manter o evento no mesmo período previsto no calendário letivo, incorporando-o às atividades da greve de ocupação, um tipo de mobilização que nos mantém em contato com a nossa comunidade, ocupando os espaços da universidade, debatendo questões que nos afetam e afligem.
Como todas/os sabem, o projeto CAp/UERJ de combate ao bullying é maior do que a semana. Desse modo, as atividades que estariam concentradas na semana serão realizadas ao longo do ano quando a greve acabar.
Assim, teremos 4 mesas de debate, ao longo dos dias, 26 a 29, terça a sexta, cuja dinâmica contemplará uma fala inicial das/os palestrantes convidadas/os e, em seguida, uma abertura do debate com o público.
Duas mesas serão pela manhã, na quarta e na quinta, das 7h às 10h. Duas serão à tarde, na terça e na sexta, das 14h às 17h. A intenção, ao diversificar dias e horários, é tentar contemplar servidoras/es, estudantes, familiares e demais interessadas/os com diferentes disponibilidades.
Paralelamente às atividades para adolescentes, jovens e adultos, que seguem na grade do evento, estarão ocorrendo também oficinas para as crianças que comparecerem em espaços em separado. Desse modo, aquelas/es que quiserem e puderem levar suas/eus filhas/os, contarão com a possibilidade de um atendimento específico.
Assim, na terça, nosso debate versará sobre as relações muitas vezes conflituosas de gênero no espaço escolar, na quarta, trataremos das relações em sociedade e dos valores que, de alguma forma contribuem com o desenvolvimento das práticas de bullying, na quinta, vamos abordar o bullying como um expressão violenta do preconceito e na sexta vamos tratar de mensagens explícitas e "ocultas" nos nossos currículos que contribuem para a prática do racismo.
  • Terça-feira, 26 de junho - Relações de gênero na escola - com Jonê Baião, Lúcia Facco e Heloísa Rosa - 14h /17h.
  • Quarta-feira, 27 de junho - Bullying – Qual sociedade? Quais valores? - com Aline Aline Fernanda Gundim, Regina Célia Abreu Cadena e Cláudia Barreiros - 7h / 10h
  • Quinta-feira, 28 de junho - Bullying e preconceito – lidar com a diferença - com Cláudia Barreiros e Michelle Freire - 7h / 10h
  • Sexta-feira, 29 de junho - Racismo na escola básica – currículo explícito e oculto - com Daniela Valentim, Stela Guedes e Luiz Fernandes de Oliveira - 14h /17h
 Reafirmamos o convite a todas/os! Boa semana!
Cláudia Barreiros - coordenadora do evento e do projeto
Semana de Combate ao Bullying 2012 26/06/2012 até 29/06/2012 Local: CAp UERJ - Rua Santa Alexandrina, nº 288, Rio Comprido OFICINAS PARA CRIANÇAS PALESTRAS E DEBATES Você sabe sobre bullying?? Venha Descobrir...